Conversa Materna, Família, Filhos, Gente que esclarece

Até quando slingar?

Quem se apaixonou pelo mundo do babywearing e adotou o sling como acessório indispensável já teve ter pensando em algum momento até quando slingar.

Mesmo que as coisas mudem ao longo do caminho e que os principais motivos para se slingar mudem, não dá pra negar que é sempre uma delícia.

Pelo menos por aqui foi assim. Escolhemos usar o sling pelos benefícios nos três primeiros meses, o período de extero-gestação a fim de proporcionar uma transição tranquila da vida intrauterina para esta aqui. E não sabíamos que ia ser paixão à primeira amarração…rs

Vimos que além dos benefícios pra Isadora, toda a família ganhava. Nós, os pais (principalmente eu) que ganhamos mais autonomia, a Júlia que ganhava mais atenção, a família por estarmos sempre mais tranquilos e seguros.

Com o passar do tempo, ela sentou e trocamos de modelo para um mais prático e os benefícios continuaram. Era extremamente seguro e confortável sair de casa com ela assim, sempre perto da gente, sendo possível verificar qualquer desconforto, acalmando quando necessário e com tranquilidade tanto para passear quanto para resolver pequenas tarefas do dia a dia.

Hoje, com um ano e meio quando as pessoas nos veem slingando perguntam até quando vamos slingar. E acho que a resposta só saberemos quando a hora chegar. Ela ainda demanda muito colo e nós adoramos dar esse colo a ela, apesar de também amar andar e correr.

Mesmo sendo uma delícia slingar, algumas coisas devem ser levadas em consideração:

Peso máximo comportado pelo modelo do sling: a maioria comporta até 20 kg ou mais ou menos 3 anos. Ficar de olho nessas indicações garantem segurança e bem-estar pra todo mundo.

– Proporção tamanho da criança em relação ao tamanho do adulto: mesmo o peso estando ainda dentro do permitido, é preciso também observar o tamanho da criança em relação ao adulto que o carrega. As pernas da criança, por exemplo, não podem atrapalhar o adulto de se locomover.

– Questões de saúde: é preciso observar alguma questão de saúde do adulto que impeça de carregar peso.

– Bem-estar de ambos: slingar precisa ser uma experiência gostosa de convívio, afeto e fortalecimento do vínculo entre pais e filhos e quando passa a não ser tão bacana pra alguma das duas partes, seu uso deve ser avaliado.

Vale lembrar que é estamos falando de slings e posições que respeitem a fisiologia do bebê e também do adulto.

No mais, é curtir cada momento deles grudadinhos na gente, porque querendo ou não, passa muito rápido!

🙂

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